quinta-feira, 27 de dezembro de 2012


 
 
Ruído em escritórios pode influenciar no processo cognitivo laboral


Data: 05/12/2012 / Fonte: Revista Proteção
A partir dos anos 60 e 70, o surgimento dos escritórios de plano aberto ou EPAs tem transformado o ambiente de ­trabalho de modo a integrar cada vez mais a equipe de funcionários. Amplas salas com divi­sórias baixas têm sido cada vez mais adotadas em substituição aos escritórios com salas individuais.

No entanto, o layout dos EPAs favorece a propagação do ruído pro­veniente de equipamentos e da comunicação verbal. Esta perda da privacidade sonora pode gerar incômodo, desvio de concentração e prejudicar o ­raciocínio. Este tipo de layout pode assim ­prejudicar o desempenho cognitivo dos frequenta­dores destes ambientes.

O objetivo do presente estudo é verificar quais são as fontes de ruídos em EPAs e o quão incômodos são estes ruídos para os trabalhadores. Quando introduzido, o EPA presumia um ambiente que fosse favorecer a melhor eficiência do trabalho e facilitar a comunicação, além de reduzir custos com construção e equipamentos.

Entretanto, a falta de resultados ­positivos concretos na produtividade gerou ques­tio­namentos sobre a eficácia do layout dos Escritórios em Plano Aberto. Designers e gestores empresariais ainda se questionam para saber o quanto o ambiente físico influencia na satisfação pessoal, ab­sen­teísmo, rotatividade e, ultimamente, na pro­dutividade organizacional.

Os proponentes dos escritórios abertos alegam que estes proporcionam espaços mais flexíveis, além de inibirem a aglomeração de muitas pessoas em um espaço reduzido. Nesta configuração, o espaço físico é mais bem aproveitado e os custos de construção, manutenção e climati­za­ção são reduzidos. Outra vantagem inerente é a facilidade de comunicação e maior interação entre funcionários.

 

Fonte:  Revista Proteção – Dezembro/2012

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